SÁBADO | 4 DE AGOSTO 2018 - 22H30

Javier Subatin é um compositor de jazz contemporâneo e guitarrista que está constantemente à procura de aprender e explorar a improvisação e composição, crescendo a cada dia como artista.

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AUTOTELIC
 
"É muito parecido com um jogo paralelo com deliciosas interseções de unidade antes que cada músico recomeça e saia de novo sobre as colinas."
Debbie Burke (All about Jazz)
No seu mais recente trabalho, “autotelic”, podemos encontrar composições em que o guitarrista procura por lugares comuns entre a improvisação contemporânea, a música escrita e a linguagem do jazz. Este projeto foi motivado ao conhecer João Paulo Esteves da Silva na Escola Superior de Música de
Lisboa onde Javier se encontrava a concluir o segundo ano do seu mestrado em Jazz. Depois deste encontro, Javier decidiu focar as suas
composições para um duo de guitarra e piano.
No seio do conceito desta série de composições, representado pela palavra autotelic, está música que não tem qualquer outro propósito senão a sua própria exploração e alcance artístico através da interação entre os músicos.

JAVIER SUBBIO JAVIER SUBATIN

Em 2018 ganhou um apoio da Fundação GDA para a produção do seu segundo álbum “Variaciones”, que vai ser lançado em 2019.
Em 2017 foi finalista na competição de composição do festival Komeda Jazz.
Em 2015, participou do Festival de Jazz de Montreux (Suíça) sendo semifinalista da competição de guitarra.
Em 2002, aos 17 anos de idade, foi finalista da competição de guitarra jazz Concurso Internacional de Guitarra Jazz Oscar Alemán.
Desde 2015, está estabelecido em Lisboa (Portugal), onde se dedica à composição e improvisação do jazz contemporâneo. Está cursando o segundo ano do mestrado em performance de jazz na Escola Superiorde Música de Lisboa e teve uma bolsa de investigação no Departamento de música contemporânea.
Atualmente, está a trabalhar em investigação sobre o jazz contemporâneo. Escreveu um artigo sobre Contemporary Jazz Composition para o qual entrevistou 11 dos mais renomados compositores de jazz contemporâneos da Europa, América Latina e Estados Unidos, incluindo Carla Bley, David Liebman, Dan Tepfer, Ed Neumeister, Julian Arguelles, Reinier Baas, Roberto Bonati e Jon Balke.
Atualmente, está a em tourne com o projecto do seu primeiro álbum chamado autotelic, que foi lançado em maio pela editora Sintoma Records e com o apoio de Antena2. Além disso, trabalha como compositor e líder de banda, em vários projetos que ainda estão em processo.
Também esta a trabalhar num projeto de investigação sobre composição no jazz contemporâneo com a colaboração do renomado compositor americano Ed Neumeister.

 

JOAO PAULOBIO JOÃO PAULO ESTEVES DA SILVA

Nasceu em Lisboa em 1961 de mãe pianista e pai filósofo.
Em 1979 participou no Festival de Jazz de Cascais com o grupo Quinto Crescente.
Em 1984 completa o Curso Superior de Piano do Conservatório Nacional e parte para França, mantendo- se no exílio até 1992.
Em 1993 grava o seu primeiro disco em nome próprio Serra sem Fim para a editora Farol.
Em 1996 conhece o produtor Todd Garfinkle, da editora M.A recordings, com quem inicia uma longa colaboração, documentada em seis discos, e que dura até 2001. Neste ano, instigado por Carlos Bica, grava um primeiro solo de piano, Roda, para a editora francesa L’Empreinte Digitale.
Em 2003 começa a gravar para a editora Cleanfeed. O seu último disco Scapegrace, em duo com Dennis Gonzalez, foi galardoado com o prémio Autores da SPA
para o «melhor disco 2009».
Ao longo dos anos são inúmeras as colaborações, em concertos e discos, com músicos nacionais e estrangeiros. De destacar particularmente os trabalhos com Ricardo Rocha, Carlos Bica, Cláudio Puntin, JeanLuc Fillon, Peter Epstein, Ricardo Dias, Dennis Gonzalez no campo da música instrumental; e tambémas parcerias com cantores e cantoras, Vitorino, Sérgio Godinho, Filipa Pais, Ana Brandão, Maria Ana Bobone, Cristina Branco, entre outros.
Tem vindo a trabalhar cada vez mais noutras áreas como a poesia- publicando dois livros e colaborando em revistas, de papel e online- o teatro, enquanto tradutor e músico-Beckett, Ibsen, Strindberg, Brecht-e a interessar-se por aproximações e diálogos entre a música e outras artes, tendo assinado trabalhos
conjuntos com o fotógrafo José Luís Neto e composto, por exemplo, a banda sonora do filme Sem Nome de Gonçalo Waddinton.
Desde 2009 que leciona na licenciatura em Jazz da ESML.

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